Embarco nesta viagem conduzindo o meu combóio imaginário de olhos fitos na linha do horizonte, onde os carris que me conduzem, parecem finalmente ir encontrar-se. De outras vezes fui passageiro nestas viagens de encontro, de que a Maria Luís foi o primeiro maquinista, mas hoje sou eu o condutor e espero granjear alguns passageiros neste reencontro da memória com os cabouqueiros desta linha.
Hoje, dia 4 de Outubro, véspera do dia comemorativo do Primeiro Centenário da República, parto ao encontro da recordação de dois republicanos de «antes quebrar que torcer», responsáveis primeiros desta nossa aventura “Os Batistinhas”: o meu querido avô Abel Baptista, e o seu filho, o meu saudoso pai Armando Baptista.
Ficou por cá a semente que eles amorosamente cuidaram enquanto vivos, e, por isso, nesta véspera do 5 de Outubro, foi pensando neles que desfraldei na varanda de minha casa as bandeiras da República, as bandeiras de Portugal.
Viva a República!
Hoje, dia 4 de Outubro, véspera do dia comemorativo do Primeiro Centenário da República, parto ao encontro da recordação de dois republicanos de «antes quebrar que torcer», responsáveis primeiros desta nossa aventura “Os Batistinhas”: o meu querido avô Abel Baptista, e o seu filho, o meu saudoso pai Armando Baptista.
Ficou por cá a semente que eles amorosamente cuidaram enquanto vivos, e, por isso, nesta véspera do 5 de Outubro, foi pensando neles que desfraldei na varanda de minha casa as bandeiras da República, as bandeiras de Portugal.
Viva a República!
1 comentário:
Eu quero um lugar cativo nesse comboio...
Enviar um comentário