Gostei muito da cidade e fiquei com vontade de lá voltar num mês mais luminoso do que o cinzento Janeiro de 2008. Comi o haggis, apreciei os kilts e deslumbrei-me com o desenho e variedade de cores do tartan, com que os mesmos são executados. Falhei imperdoavelmente, para alguns, o whisky, porque não sou grande apreciador.
O rugby foi uma festa, como só este desporto proporciona. Os escoceses são simpáticos e recebem bem quem os visita. Percebi que a Escócia era um dos destinos favoritos dos apoiantes da selecção francesa pela maneira como escoceses e franceses confraternizavam antes, durante e após o jogo, sem zangas, apupos ou picardias.
Antes do jogo desfilou garbosamente a Royal Scottish Bag-Pipers Band fazendo ouvir o inconfundível e vibrante som das suas gaitas de foles e da respectiva percussão. O mesmo som que já tinha ouvido por vários recantos da cidade executado por músicos a solo, mas sem aquela grandiosidade emprestada por umas dezenas de executantes.
Foi uma viagem de sonho oferecida pela minha mulher e pelas minhas filhas, que desfrutei com imenso prazer e interesse, sem chegar porém ao descaramento e curiosidade aqui documentado pelas imagens seguintes:

Sem comentários:
Enviar um comentário