Nem a minha passagem da Tap para a Groundforce e tão pouco o despedimento me fizeram sentir distante da Tap como agora.
Com alguma melancolia dou comigo a pensar que depois de cinco décadas de Batistinhas na empresa, a dinastia acabou.
Chegou ao fim a meada. E agora sim, sinto que deixei de ser Tap. Cortei o cordão com a casa mãe.
Mas nem tudo são tristezas e melancolias e diz o povo que por cada porta que se fecha se abre uma janela. E é essa a razão que me traz aqui.
Diria mesmo, por cada cordão que se corta há outro pronto a crescer. E neste caso nada poderia ser mais verdade e gratificante.
Temos novo Batistinha a caminho!!!
Aqui fica para a posteridade a sua primeira aparição pública ( o brinde e votos de felicidades constam do post anterior)
Jwarina Viktorya no ventre de sua mãe

5 comentários:
Há um grande mistério acerca do modo como esta imagem aqui aparece, mas o que se torna evidente é que a menina tem a boca do avô materno.
Isso com quem a pipoca se parece dá pano para mangas. Batistas defendem que tem o nariz e testa da mãe. Magalhães defendem que tem os olhos e nariz do Pai. Numa coisa sai à mãe de certeza. O resto é ela própria.
A ver vamos como diz o cego!...
Lá com quem é que a miúda se parece não sei!
Agora que é gira, é! o que associado ao facto de ser Batistinha, é garantia de excelente qualidade.
E agora que se chegue quem ousa desdizer!!!
A tecnologia permite coisas verdadeiramente espectaculares!
Um grande beijinho para a Jwarina Viktorya
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