Apesar das parangonas dos pasquins, dos últimos dias, apontarem para uma utilização cada vez mais frequente , por parte deste lusitano povinho, desta maravilhosa WWW ( World Wide WEb - para os mais incautos), não poderemos esquecer que a igualdade de oportunidades ainda não é uma realidade.
Assim e para colmatar a supracitada dificuldade , coube-me a tarefa de manter actualizada a Dona Isilda e seu esposo António, arredados que estão nas suas lides (ou Melides) alentejanas .
Fazendo lembrar aquela cena do "pátio das cantigas" em que alguém gritava "..D Rosa, D Rosa! A sua filha chegou...", fiz uso da tecnologia das comunicações (obrigada Bell) e disse: D Isilda , D Isilda! O seu irmão públicou.
E eis se não quando parecia a "hora do conto"...
Parece que os estou a ver aninhados em torno daquele pequeno telefone, a ouvir a filha da cidade ler as mais frescas.
A D Isilda agradada por tais palavras deixa a seguinte mensagem:
"Na impossibilidade de sindicar a minha posição de leitora, torno-me agora ouvinte fiel e não descurando o meu papel deixo a minha impressão.
Subescrevo por completo as palavras do "mano velho" e para os aniversariantes deixo um beijo grande e um abração. "
Cumprida que foi esta pequena missão de "arauto", aproveito também para saudar os aniversariantes esperando encontrá-los aqui brevemente.
Beijos
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