Este texto não é propriamente meu, mas como o próprio autor (vá-se lá saber porquê) não quis ser ele próprio a dar à estampa própria, que é este blog, o labor da sua muito própria veia criativa, resolvi apropriar-me do próprio texto e, não reclamando sobre ele a propriedade, dá-lo a conhecer no local próprio: AQUIterça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Propriedade do próprio
Este texto não é propriamente meu, mas como o próprio autor (vá-se lá saber porquê) não quis ser ele próprio a dar à estampa própria, que é este blog, o labor da sua muito própria veia criativa, resolvi apropriar-me do próprio texto e, não reclamando sobre ele a propriedade, dá-lo a conhecer no local próprio: AQUI
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2 comentários:
e não é que também tive que fazer força para os cantos dos lábios não descerem enquanto lia este texto!
Como eu te entendo, Primo Ricardo...
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